Por que só 2 fundadores da Tesla ficaram bilionários?

Entenda o que aconteceu para que nem todos os fundadores da Tesla ficassem bilionários e como evitar algo parecido com seu negócio.

O que aconteceu?

De acordo com a notícia da Forbes (link), pode-se dizer que os 5 fundadores começaram em total igualdade na empresa.

Como toda empresa, ela precisava crescer, precisava de investimentos.

Com capital disponível Elon Musk foi quem melhor dos investidores e fundadores da Tesla soube aproveitar da situação, e realizou sucessivas aquisições de novas ações da Tesla.

Em última análise, também colocou Musk no caminho para assumir o controle total da Tesla, aumentando constantemente sua participação acionária em uma série de nove rodadas de financiamento antes do IPO da empresa em 2010, cada uma diluindo ainda mais as participações da Eberhard e Tarpenning.

(FORBES)

Logo, quanto mais ações, maior o valor e comando da empresa.

Como evitar algo parecido?

Através de CONTRATOS bem elaborados.

Sim, certamente havia um contrato (ou até vários contratos) entre os fundadores e investidores da Tesla.

Mas podeira ser diferente com o uso de cláusulas adequadas, principalmente aquelas que protegem os acionistas/cotistas minoritários.

A questão sobre diluição da participação acionária permite controles contratuais para sua prevenção.

A legislação, com objetivo de proteger a função social da empresa, permite que hajam esses controles. Tais controles permitem, ao menos, a preferência de aquisições de forma igualitária.

Ainda, estes controles permitiriam, inclusive, que os demais fundadores impedissem a criação veroz de novas ações.

Com este cuidado, não só a riqueza como também o comando da empresa seria melhor distribuído.

Mas, também, é de se avaliar todo o contexto, porque uma cláusula mal redigida poderia ter impedido o crescimento da própria Tesla, com a perda de oportunidades.

Envia esse conteúdo para quem tem uma empresa, para que possa buscar um bom advogado para revisar seus contratos.

Dificuldade para quitar contas

Cuidado com a sua inadimplência.

Pequenas dívidas podem gerar uma bola de neve que faz qualquer empresa perder o controle.

Imagine ainda que apenas uma inadimplência pode fazer com que haja o pedido de falência do seu negócio.

Então evite a complexidade e os custos de uma recuperação judicial ou de uma falência. Não deixe que isso aconteça com a sua empresa.

Recuperação judicial e falência são procedimentos caros e mais arriscados.

Busque assessoria que vai te auxiliar na revisão de seus contratos, seja no Judiciário ou antes dele. Seja para revisar, renegociar, parcelar, trocar índices, etc.

Sou apenas mais um sócio…

Vale a pena só emprestar seu CPF para abrir uma empresa?

Você já emprestou seu nome para alguém abrir uma empresa? Já recebeu parte de uma empresa por herança? Enfim, o sócio que não trabalha.

Se você está nessa situação, provavelmente não terá direito sobre os lucros da empresa. Pode ser considerado enriquecimento ilícito.

Mas terá responsabilidade na hora de quitar dívidas dessa empresa, principalmente de natureza tributária e trabalhista (como execuções fiscais ou ações trabalhistas).

diversas opções mais seguras e mais vantajosas no longo prazo, tanto para quem pode deixar esse tipo de herança, ou para quem pode receber. E também para quem é procurado para emprestar seu nome para abertura de uma empresa.

Quem pode deixar essa herança:
– sócio em algum CNPJ.

Quem pode receber essa herança:
– quem tem parentesco com quem tem CNPJ;
– por testamento;
– por doação.

Com certeza você já viu situações assim.

Busque assessoria especializada.

Proteção do direito de imagem

Posso divulgar a imagem de outra pessoa? E se for menor? É só a imagem de pessoas que tem proteção? Vamos tirar algumas dúvidas aqui sobre o direito de imagem.

Você deve ter visto que Spencer Elden, o bebê da famosa capa do disco do Nirvana, entrou com processo pela divulgação da sua imagem há quase 30 anos.

Nesse caso do bebê do disco do Nirvana o motivo não é simplesmente sobre a exposição da sua imagem e o direito decorrente. Até porque seus pais autorizaram e receberam um pagamento para isso na época.

Mas ele alega que a imagem comprovaria uma exploração sexual, o que já pode ir para a área criminal.

Porém, em outros casos famosos as discussões foram exatamente pelo uso indevido de imagem.

Foi o caso da capa do disco da banda Placebo, que expôs a foto de uma criança de 12 anos sem a autorização de seus pais, e outro caso também de grande repercussão e mais atual é do álbum da Cardi B, no qual um homem alega que é ele que aparece na capa e pede uma indenização por não ter manifestado autorização.

Então o melhor é fazer como os Beatles, que afirmam que, antes de lançarem seu disco, buscaram a autorização de cada pessoa que apareceu na capa.

No mínimo, agora você já sabe que para evitar problemas futuros precisa de autorização para usar qualquer imagem. Se for uma criança, os cuidados são ainda maiores, em decorrência dos direitos que são garantidos a elas.

Mas esse é o mínimo mesmo, porque quando você divulga algo, não se pode pensar que só a imagem de uma pessoa pode ter proteção. Mas também a imagem do local onde essa pessoa estava e aparece no seu registro, uma imagem exibida na internet, qualquer objeto, símbolo ou marca que também apareça, uma citação, bem como qualquer conteúdo protegido por direito autoral.

E além da proteção, o que a pessoa que teve ou terá sua imagem exposta ganha com isso? Quanto é suficiente? Tudo isso pode ser previsto e formalizado previamente. Depois que todos os outros envolvidos receberem fortunas com o uso da sua imagem, vai ser bem mais difícil você receber sua parte. E para quem usou indevidamente a imagem, vai sobrar um grande dever de indenização.

Então para você que trabalha com a comercialização da sua imagem ou você que utiliza da imagem de terceiros para realizar suas atividades profissionais, o recomendado é buscar assessoria especializada para realizar o diagnóstico da sua atividade e evitar prejuízos futuros.

É esse especialista que te orientará e terá condições de prever em contratos as melhores garantias e ganhos, conforme o seu interesse.

Por que as empresas fecham?

Muitas empresas fecham por falta de capital, que pode ser por inadimplências, má gestão do fluxo de caixa, dívidas, entre outros.

Mas do ponto de vista jurídico, o que pode te ajudar para que isso não aconteça com você e sua empresa?

Os conflitos entre os sócios, por exemplo, já causaram o fechamento de 67% das empresas. Entre outros diversos motivos.

A cada semana tratamos de algum desses aspectos jurídicos aqui e nas nossas redes sociais. Vejam quais foram:

1. Contrato social (estrutura societária, tributária, propriedade intelectual, conflitos societários)

É nele que se regulam os direitos e responsabilidades de cada sócio, inclusive quando um ou o outro quer vender sua parte na empresa.

Muitos abrem uma empresa e não sabem que o tipo jurídico definido no contrato permite que as cobranças possam ser facilmente redirecionadas da empresa para o seu patrimônio pessoal e familiar.

Também, nem sempre dividir as quotas ou ações em partes iguais é a melhor solução, porque afeta diretamente as responsabilidades de cada um.

E muitos outros aspectos também são definidos no contrato social.

Não aceite um contrato genérico que pode descapitalizar seu negócio.

2. Contratos com fornecedores, parcerias e prestadores de serviços

Nesses contratos são definidas as expectativas que uma “parte” tem em relação à outra “parte”.

Ou seja: o que se pretende; o que e como será feito; os prazos para a realização das atividades; definição do pagamento; entre outros pontos.

Então, deixar de fazer ou fazer mal feito pode gerar muitos conflitos e demandas judiciais, porque vai criar problemas durante a relação comercial e até para encerrar essa relação, vai gerar responsabilidades que uma das partes não deveria assumir, entre outros problemas.

E claro, tudo isso vai gerar despesas para a empresa, e por isso, muitas empresas fecham.

Colocar no contrato algo que é proibido por lei, também pode dar muita dor de cabeça e gerar falsas expectativas.

Portanto, faça seus contratos e com especialistas.

3. Relações trabalhistas

Independente do tamanho da sua empresa, os requisitos da legislação trabalhista são praticamente os mesmos.

Então no mínimo você deve cumprir com as obrigações como pagamento de horas extras, férias, verbas rescisórias, entre outras.

Juridicamente, então, você deve considerar no seu orçamento suas decisões que podem gerar:

  • acúmulo de horas extras;
  • trabalho a alguém sem o devido registro
  • desvios de função, entre outras, que criam passivos exponenciais.

Há muitas formas disponíveis de contratação e assessoria para o seu dia a dia, não deixe para saber depois que a dívida estiver estabelecida.

4. Tributação

Muito do faturamento da sua empresa será para pagar tributos.

Por isso é importante saber que toda decisão que você toma vai influenciar na tributação, como:

  • se você terá sócio ou não;
  • a forma de contratação de colaboradores (se empregados ou parceiros);
  • o próprio faturamento da empresa;
  • o tipo jurídico da sua empresa (se MEI, Ltda., Empresário Individual, entre outros);
  • o que você vai vender (seja em produtos ou serviços);
  • entre outros.

Será fundamental aplicar a complexa legislação da melhor forma, buscar benefícios legais e a melhor estruturação da sua empresa e seu patrimônio. Preservar patrimônio, distribuir aos sócios e colaboradores.

Portanto, quanto mais o seu advogado souber sobre as suas decisões, e melhor conhecer seus lançamentos contábeis, melhor pode ser o planejamento para aumentar ganhos e evitar prejuízos.

5. Relações com consumidores

Você sempre soube que deve atender às regras do CDC. Agora, também tem a LGPD, além de outras leis.

É uma sopa de letras que impõe às empresas apresentarem informações claras, cuidar da privacidade das informações, observar as garantias legais, entre outros.

Também, toda informação passada ao cliente é um contrato.

E há diversas garantias legais, mesmo que não fiquem previstas no seu contrato com o cliente.

Então, descumprir oferta, realizar cobranças indevidas, muitas vezes por contratos mal feitos ou desconhecimento das leis, pode gerar muitas dívidas para seu negócio.

Portanto, cuide desses aspectos e busque evitar que a sua seja mais uma das empresas que fecham.

O polêmico caso da marca Fadinha

Ficou sabendo que a Fadinha pode perder a “sua” marca?

Você já deve ter ouvido falar da Rayssa Leal, a “Fadinha”, skatista de 13 anos que conquistou a medalha de prata nos jogos olímpicos. Esse apelido está em todos os veículos de mídia.

Com toda sua fama e repercussão, inclusive desde o ano passado, quando ela conquistou a vaga para as olimpíadas, os representantes da atleta passaram a buscar pelo registro da marca “Fadinha” nos órgão de proteção.

Obviamente, o objetivo é explorar a marca por meio da comercialização de produtos relacionados aos esportes, principalmente o skate. E também para a gestão da própria carreira da skatista.

O que ocorre é que eles se depararam com outros registros que já haviam solicitado a propriedade da marca Fadinha, inclusive para artigos esportivos.

Ou seja, outras pessoas, que não são a famosa Fadinha, já tinham realizado o pedido de registro da marca.

Como sempre dizemos: só é dono da marca quem registra.

Então não tenha dúvidas de que os representantes da Rayssa, para conseguirem a propriedade dessa marca:

  • ou terão que pagar um valor muito alto para quem registrou primeiro;
  • ou terão que travar uma disputa judicial que pode demorar muito tempo e ainda ser muito cara.

Portanto:

  • antes que alguém ganhe fama com uma marca igual ou muito semelhante à sua;
  • ou que você consiga popularidade com sua marca e só depois descubra que alguém fez o registro dela antes de você, e com isso você seja obrigado a deixar de usar sua marca;
  • ou tenha que abrir disputas judiciais longas e custosas para você;

Busque realizar o registro da sua marca e garanta tranquilidade para os seus negócios e, assim, até a possibilidade de vender futuramente essa marca.

Nossos serviços são para você – porte do negócio

Serviços

Conforme o porte do negócio, nossos serviços são destinados às seguintes empresas e empreendedores:

– Negócios em funcionamento com grande fluxo, que precisam de acompanhamento das diversas e complexas atividades.

Para esse tipo de negócio uma assessoria jurídica contínua é fundamental.

Os pareceres jurídicos nos contratos e negociações do cotidiano podem fazer toda a diferença para a eficácia da empresa.

Também, a realização de replanejamentos e acompanhamento de rotinas serão melhor fundamentadas quando acompanhadas por profissionais qualificados.

– Negócios em andamento com necessidades mais pontuais, que precisam de assessoria para dúvidas frequentes.

Quando uma ação judicial bate à porta, muitas vezes já é tarde demais. Assim, a provável solução será apenas reduzir os danos.

Então não espere que isso aconteça.

Acompanhamentos, mesmo que pontuais, podem trazer melhor estrutura e, assim, segurança às suas decisões.

Pense em quantas vezes uma boa auditoria, um bom planejamento para recuperação judicial, ou um planejamento sucessório, foram fundamentais para dar uma guinada em negócios que parecia sem expectativas.

– Autônomos e/ou em fase inicial, para quem uma consultoria pode fazer toda a diferença no melhor direcionamento.

Saber a melhor direção a tomar, desde o início, às vezes desde a ideia, com certeza trará maiores chances de sucesso ao empreendimento, independentemente do porte do negócio.

Assim, uma consultoria pode colocar seu negócio em um caminho mais seguro e rentável.

Verifica-se que, para todos os negócios, independente do porte do negócio, é imprescindível boa estruturação empresarial, a eliminação de riscos tributários e trabalhistas, bem como especial atenção ao consumidor.

Assim, procure assessoria jurídica especializada e encontre proteção e as melhores soluções para o crescimento contínuo de seus negócios.

Nossos serviços são para você – segmento de mercado

Serviços

Conforme o segmento de mercado, nossos serviços são destinados às seguintes empresas e empreendedores:

– Serviços de distribuição: atacado, varejo, franquias, comissionados, etc.

Estes serviços correspondem à grande parcela da atividade econômica nacional.

Também, são os serviços que normalmente proporcionam maiores possibilidades de empregabilidade, principalmente quando estamos falando sobre os segmentos de mercado de atacado e varejo.

As franquias também têm demonstrado grande crescimento recentemente, o que coloca esse segmento sempre em destaque na economia.

– Serviços de empresas: serviços profissionais (médicos, arquitetos, advogados, etc.), serviços de manutenção, consultorias, de pessoal, de publicidade, etc.

Durante todos os momentos, inclusive nos períodos de crise, esse segmento de mercado costuma ser fundamental.

Ele corresponde por mais de 50% do PIB nacional.

Porém, também é um segmento que mais tende à informalidade, o que causa, muitas vezes, prejuízos ou perdas de melhores oportunidades a estes profissionais.

– Indústria de transformação: alimentos, têxteis, madeiras, máquinas, etc.

Esse segmento de mercado não para de crescer no Brasil.

A indústria de alimentos, por exemplo, foi a que mais cresceu em 2020. Mesmo com toda a crise, seu crescimento foi maior que 12%.

Verifica-se que, para todos os segmentos de mercado listados, é imprescindível boa estruturação empresarial, a eliminação de riscos tributários e trabalhistas, bem como especial atenção ao consumidor.

Assim, procure assessoria jurídica especializada e encontre proteção e as melhores soluções para o crescimento contínuo de seus negócios.

Soluções Jurídicas para negócios

Investir seu dinheiro, seu tempo, sua dedicação à realização de um sonho por meio de um negócio/uma empresa, e de repente ver isso desmoronar por um detalhe… Quantos de nós não fazemos isso frequentemente, não é mesmo? Que tal pensarmos em soluções jurídicas?

Essa semana participamos de uma live nas redes sociais onde comentamos alguns pontos a observar quando fazemos negócios. Veja um resumo a seguir.

Cenário atual

Propriedade Intelectual (marcas, patentes, direitos autorais): em 1975 correspondia a 17% do patrimônio das empresas, em 2015 passou a corresponder a 87% do patrimônio. Será que não existia? Ou será que atualmente começou a ser verificado seu potencial e buscado a rentabilidade com o melhor uso da propriedade intelectual?

Eu fico com a segunda opção.

Aproximadamente 70% das empresas brasileiras estão no regime tributário do Simples Nacional. Por ser um regime mais simples de apurar, tem sido uma fácil opção para quem tem essa possibilidade.

Mas nem sempre o mais simples é o mais barato. Em torno de 40% das empresas tiveram prejuízos financeiros devido a escolha equivocada do regime tributário. Isso, muitas vezes, está associado à escolha do regime mais fácil, sem considerar as particularidades de cada empresa/negócio.

Relações entre sócios: o caminho nem sempre vai ser de flores. Aproximadamente 67% das empresas fecharam por desentendimento entre os sócios. Desses, 36% dos desentendimentos foram no sentido sobre a contribuição que seria de responsabilidade de cada sócio.

Se há relação com investidores, o percentual de desentendimentos cresce.

Um dos principais fatores é a ausência de contratos formalizados, que estabeleceriam as expectativas que um teria sobre o outro.

Estruturas Jurídicas

Para explicar, dividimos em três fases do negócio.

Fase inicial
– proteção de ideias;
– definição (e registro) do modelo societário e regime tributário;
– proteção da sua propriedade intelectual (marcas, patentes, direitos autorais) e não infração da propriedade de outros;
– consumidor: termos de uso (se comércio eletrônico), contratos, ofertas (é vinculante) .

Fase de operação
– entrada de investidores: exige negociação e formalização de contratos (com padrões e expectativas muito bem estabelecidas);
– contratos trabalhistas, terceirização, parcerias;
– regras de governança: empresas familiares principalmente (impacto direto no crescimento, valuation);
– atenção constante para:
– questões regulatórias (conselho de classe, órgãos públicos);
– análise de risco do modelo de negócio (e reestruturar se necessário);
– reavaliação do impacto tributário.

Fase de crescimento
– operações societárias;
– monetização com propriedade intelectual;
planejamento tributário.

Entretanto, nem tudo precisa ser resolvido de uma vez. Mas uma boa análise e acompanhamento vai permitir estabelecer as prioridades pra que seu negócio evolua com maior segurança e maior potencial de crescimento.

Possibilidades atuais

A primeira possibilidade é buscar as estruturas já explicadas, independente de quanto a crise possa ter afetado seu negócio. Essa estrutura vai trazer segurança e possibilidades de crescimento.

Quem está em dificuldade:
– recuperação de créditos;
– liquidez;
– recuperação judicial ou extrajudicial.

Quem pode investir:
– Investimento Anjo, mútuo conversível;
Operações societárias (para aquisição e incorporação).

Esse foi um resumo do que apresentamos na live, sobre soluções jurídicas, com explicação de conceitos e termos jurídicos que demonstram o quanto cada situação e possibilidade acima está próxima a nós.

Esperamos que mesmo de forma resumida esse conteúdo possa te direcionar ao sucesso cada vez maior de seu negócio.